Fernanda Savi Marques, de 6 anos, estava mostrando um livro para a sua tia Aline quando ficou sabendo da oficina. E adorou a ideia! Fernanda Araujo/AE
Fernanda Savi Marques, de 6 anos, estava mostrando um livro para a sua tia Aline quando ficou sabendo da oficina. E adorou a ideia!
Fernanda Araujo/AE
Brenda Oletto Dias (blusa rosa), de 5 anos, chegou com a irmã Beatriz, de 3 anos. Acompanhadas dos pais, Juliana e Wilson, as gatinhas também foram para a oficina.
Fernanda Araujo/AE
Pulando de felicidade, Mariana Lavele e Silva, de 4 anos, estava empolgada: 'O que é ciência?', 'O que vai acontecer?'
Fernanda Araujo/AE
Juliana Coguetto, de 8 anos, e o irmão Eduardo, de 6 anos, participaram do Circuito Estadinho pela primeira vez e já sabiam o que era um vulcão: 'É um negócio que sai lava e fumaça e quando as pessoas estão perto, elas morrem. Minha mãe já foi em um lugar onde tem vulcão, na Itália', explicou a garota.
Fernanda Araujo/AE
Com o Capitão América em uma das mãos e o Homem-Aranha na outra, Carlos Alberto Fernandes Marcondes, de 3 anos, queria mais é brincar. Betinho, como gosta de ser chamado, sabia definir bem um vulcão: 'Faz buuuum', gritou animado. Mas, dentro do auditório, o fofo ficou tímido e só queria ficar no colo.
Fernanda Araujo/AE
'Vulcão é uma coisa esquisita que fica embaixo da terra e explode', contou Lívia Hana Tanoue.
Fernanda Araujo/AE
Todo mundo no auditório, chegou o momento da apresentação das duas cientistas malucas: Pri-Primata e Fá-Biônica
Fernanda Araujo/AE
Biônica (de cabelo vermelho) e Primata (de maria-chiquinha), convidam todas as crianças para se sentarem no palco. Ali, quase 30 crianças são divididas em grupos para aproveitar melhor as atividades.
Fernanda Araujo/AE
Na primeira experiência, cada grupo recebeu um recipiente de nome esquisito chamado 'erlenmeyer', uma espécie de vidrinho comprido, bastante usado pelos cientistas. Dentro deles, as crianças colocaram ácido acético, que Laura Arakak Mahfuz, de 9 anos acertou ser vinagre, famoso ingrediente da cozinha. Laura estava com a irmã gêmea Raquel, ambas veteranas no Estadinho.
Fernanda Araujo/AE
Depois do vinagre, 12 gotas de corante para cada grupo personalizar seus vulcões. O azul ficou com o grupo da Isadora Caldini (blusa preta), de 9 anos, Daniela Nunes de Figueiredo (com o erlenmeyer na mão), 9 anos, e Ana Flávia Monaro Rossi, de 4 anos.
Fernanda Araujo/AE
Para terminar, bastou uma colher de bicarbonato de sódio para que o vulcão derramasse sua 'lava' colorida.
Fernanda Araujo/AE
A segunda experiência foi com uma proveta gigante e água cor de ferrugem. Bastou um cubinho de gelo seco para sair fumaça, feito poção mágica de caldeirão de bruxa. Mas os cientistas malucos explicaram: 'O gelo seco sublima e forma uma fumaça de gás carbônico'. E, com a prática, as crianças não tiveram dificuldades para entender o que era 'sublimar'.
Fernanda Araujo/AE
Para a terceira experiência, todos os grupos receberam uma garrafa pet com água, que representava o mar. Dentro dele, ficou a terceira experiência: o submarino.
Fernanda Araujo/AE
Uma caneta sem carga e sem furinhos serve de submarino para a brincadeira. Em volta dela, Primata enrola uma fita crepe com vários clipes..
Fernanda Araujo/AE
Submarino pronto, hora de mergulhá-lo no mar, ou melhor, dentro da garrafa pet. Se estiver tudo certo, o submarino vai ficar lá em cima, perto da boca da garrafa.
Fernanda Araujo/AE
Se não der certo, afunda, como aconteceu com este grupo. Mas todos se divertem.
Fernanda Araujo/AE
No meio da diversão, Biônica avisa que acabou o tempo. Mas, para quem desejasse ficar, havia ainda mais uma atividade: o banho Mad Sciene, com divertidas bolhas de fumaça. Na prática, uma mistura de detergente, água morna e gelo seco.
Fernanda Araujo/AE
E banho de fumaça ficou com cara de poção de bruxa também.
Fernanda Araujo/AE
Julio Silva Lima Neto, de 4 anos, disse que gostou de tudo, 'principalmente da explosão do vulcão'.
Fernanda Araujo/AE
No final, todos ganharam um kit como o da Brenda para construir, em casa, um periscópio.
Fernanda Araujo/AE
Oficina concluída, algumas crianças como a Gabriela Amaral, de 7 anos, resolveram tirar fotos com as cientistas malucas.
Fernanda Araujo/AE
'Opa, o que é isso? Uma experiência maluca? Visão triplicada?', exclamaram as cientistas. Mas a visão estava correta, eram apenas os trigêmeos Lucca, Bruno e Vitor, de 6 anos.
Fernanda Araujo/AE