RED BULL: A equipe que estreou na Fórmula 1 só em 2005 foi quase imbatível nesta temporada. Até o GP de Abu Dabi, somou 607 pontos, 125 a mais que a McLaren, segundo lugar no ranking de 2011. Sua pontuação lhe garantiu, mais uma vez, o prêmio de melhor construtor da F1. Principal responsável pelo desempenho da escuderia, o jovem alemão Sebastian Vettel já é, por antecipação, bicampeão mundial de pilotos
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1 - SEBASTIAN VETTEL (ALE): O alemão tem feito história na Fórmula 1. Nesta temporada, subiu ao pódio 16 vezes e venceu 11. No GP da Índia, ele conquistou um grand chelem por fazer a pole position, vencer a corrida, registrar sua melhor volta e ainda liderar da largada à bandeirada. Vettel chega a Interlagos como o mais jovem bicampeão da categoria. Seu objetivo é superar o recorde de poles - de Nigel Mansell, em 1992, que teve 14 em uma temporada - já alcançado por ele em Abu Dabi, prova em que foi obrigado a abandonar por causa de problemas com o carro
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2 - MARK WEBBER (AUS): O piloto, que já teve seu contrato renovado para 2012, faz uma temporada equilibrada, com nove pódios. Peca pela falta de vitória. Quarto lugar no ranking de pilotos, o australiano tem poucas chances de brigar pelo vice-campeonato. Para isto, em Interlagos, ele precisa de uma vitória e de um mal desempenho de Jenson Button, da McLaren, e de Fernando Alonso, da Ferrari. Ou seja, está difícil. Elogiado pelos colegas, Webber não aceitou ser beneficiado por sua equipe e por Vettel para obter o segundo lugar no ranking
Lee Jae-Won/Reuters
MCLAREN: O orçamento milionário que trouxe para a escuderia um carro mais aerodinâmico, técnicos de ponta e dois pilotos campeões não bastou para colocá-la em primeiro lugar no campeonato. Sobrou eficiência nos boxes, mas faltou velocidade para alcançar a Red Bull. Mesmo assim, Jenson Button foi o único que chegou perto de intimidar o bicampeão Vettel. Ele briga agora pelo vice-campeonato da temporada
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3 - LEWIS HAMILTON (ING): Sua estratégia agressiva o fez abandonar dois GPs. No Canadá, forçou uma ultrapassagem, provocando uma colisão com o colega de equipe Jenson Button. Na Bélgica, nova batida, agora com Kamui Kobayashi, da Sauber, causada, segundo Hamilton, por um erro no cálculo de distância. Também criou uma inimizade com Felipe Massa, da Ferrari, por ter tirado o brasileiro de três GPs, graças a acidentes causados por suas ultrapassagens. A disputa entre os dois pilotos deve agitar Interlagos. Em Abu Dabi, venceu pela terceira vez na temporada
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4 - JENSON BUTTON (ING): Sua habilidade e inteligência fizeram dele o piloto que mais se aproximou do líder Vettel. Em Interlagos, tentará garantir o vice-campeonato, mas a tarefa não será tão fácil. O já bicampeão Sebastian Vettel, da Red Bull, que agora tenta superar o recorde de vitórias de Michael Schumacher, não deixará o caminho livre para Button. Além dele, Fernando Alonso, da Ferrari, e Mark Webber, da Red Bull, brigam para conquistar o segundo lugar no campeonato. Button está dez pontos a frente do terceiro colocado (Alonso) e 22 diante do quarto (Webber)
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FERRARI: Fundada em 1929 por Enzo Ferrari, a "scuderia" italiana é a mais antiga da Fórmula 1. Em seu histórico, acumula 15 títulos do Campeonato Mundial de pilotos e 16 do ranking de construtores. No ano passado, Fernando Alonso estreou bem e chegou perto de conseguir o título. Este ano, a equipe contou com o modelo 150º Italia, o que explica a boa temporada dos pilotos. O carro só não é mais rápido que o da Red Bull
Bazuki Muhammad/Reuters
5 - FERNANDO ALONSO (ESP): Fez uma boa temporada, totalizando dez pódios e uma vitória na Inglaterra, quando deixou Sebastian Vettel em segundo lugar e quebrou o jejum da Ferrari. No Canadá, abandonou a corrida por conta de um desentendimento com o inglês Jenson Button, da McLaren. Como Vettel já garantiu o título, Alonso desistiu da temporada e já pensa no carro do próximo ano. Ainda assim, o espanhol está na disputa com Button pelo vice-campeonato. Em Abu Dabi, conquistou o segundo lugar e pode conseguir mais um pódio em Interlagos
Bazuki Muhammad/Reuters
6 - FELIPE MASSA (BRA): O brasileiro não faz uma de suas melhores temporadas este ano. Não conquistou nenhuma vitória ou pódio, e sua melhor posição foi o quinto lugar (cinco vezes). Não completou o GP da Espanha, devido a problemas no câmbio do carro, e abandonou o de Mônaco após um acidente e um desentendimento com o inglês Lewis Hamilton, da McLaren. Na Índia, Massa teve nova batida com o inglês, o que acarretou uma punição (passagem pelos boxes) e, em seguida, o abandono da prova. Em Interlagos, espera não decepcionar o público brasileiro
Umit Bektas/Reuters
MERCEDES: Iniciou em 1954 e, com grande sucesso, competiu até o ano seguinte. Em 1990, participou da F1 como fornecedora de motores. Em 2009, a Brawn conquistou os títulos mundiais de pilotos e construtores usando os motores da Mercedes, o que levou a empresa alemã a comprar a escuderia. Em 2010, a Mercedes voltou a atuar como equipe com os alemães Michael Schumacher e Nico Rosberg. Este ano, os pilotos foram mantidos
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7 - MICHAEL SCHUMACHER (ALE): Após três temporadas afastado da Fórmula 1 , o piloto alemão voltou às pistas no ano passado para defender a escuderia de mesma nacionalidade, a Mercedes. Com sete títulos mundiais, o ex-aposentado não fez uma temporada que correspondesse às expectativas. Além de não conseguir nenhum pódio, não completou as corridas da Austrália, Mônaco, Hungria, Cingapura e Coreia - sempre devido a batidas e problemas técnicos com o carro. A melhor posição do piloto foi o quarto lugar no GP do Canadá. No ranking, segura a oitava posição
Leonhard Foeger/Reuters
8 - NICO ROSBERG (ALE): A melhor colocação do piloto na temporada foi o quinto lugar (GPs da China e da Turquia). O modelo WO2 não ajudou muito e o obrigou a abandonar a prova do primeiro GP, na Austrália, devido a um problema no radiador. Também foi prejudicado na Itália, em consequência de uma batida com Vitantonio Liuzzi, da HRT, e Vitaly Petrov, da Renault. Uma de suas melhores performances aconteceu no GP do Japão, quando largou na 23ª posição e chegou em décimo. Apesar de jovem, Rosberg é experiente e pode surpreender em Interlagos
Leonhard Foeger/Reuters
RENAULT: A equipe já começou a temporada com um problema. Por causa de um acidente, o piloto Robert Kubica, aposta para conduzir a escuderia à vitória, teve que ser substituído. O alemão Nick Heidfeld assumiu a posição, mas não agradou à equipe que, após 11 GPs, demitiu o piloto, alegando desempenho abaixo do esperado e falta de entrosamento com o grupo. Está em quinto lugar no ranking de construtores
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9 - BRUNO SENNA (BRA): Esta temporada é especial para o jovem piloto brasileiro, chamado para substituir o alemão Nick Heidfeld, demitido por ser considerado lento demais. Sua estreia no posto foi em agosto, no GP da Bélgica, quando largou em sétimo lugar e chegou em 13º. Desde então, participou de sete GPs, obtendo sua melhor colocação na Itália, onde ficou em nono lugar. Em Interlagos, além de contar com a torcida que apoiava o tio Ayrton Senna, Bruno terá mais uma oportunidade de mostrar para sua equipe que é mais útil que Heidfeld - e, assim, garantir o emprego
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10 - VITALY PETROV (RUS): Começou bem a temporada com um terceiro lugar no GP da Austrália, mas não conseguiu grandes resultados nas demais corridas. Acabou se envolvendo em muitos acidentes. O primeiro foi na Malásia, quando ficou com o volante nas mãos após passar pela zebra e jogar seu carro na grama. Em outros três GPs, também acabou batendo e foi obrigado a abandonar as provas. Foi punido no GP da Coreia, por atingir a traseira do carro de Schumacher, e perdeu cinco posições no grid do GP da Índia, finalizando a corrida em 11º lugar. Em Abu Dabi não pontuou
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WILLIAMS: O ano não foi bom, mais uma vez, para a equipe que já não anda bem das pernas. A melhor marca que um de seus pilotos fez em um GP foi de quatro pontos. A crise também afetou os bastidores da equipe. O diretor técnico Sam Michael foi substituído em maio por Mike Coughlan, ex-projetista da McLaren, envolvido no escândalo de espionagem dos segredos da Ferrari. No total, fez só cinco pontos e está em nono lugar
Albert Gea/Retuers
11- RUBENS BARRICHELLO (BRA): Tem carro bem inferior ao da maioria dos pilotos. Por conta disso, não é tão cobrado por grandes resultados. No GP da Coreia, tinha como objetivo terminar a prova entre os 12 primeiros. Largou em 18º e chegou em 12º. No final da prova, declarou ter se divertido durante a corrida. Suas melhores classificações na temporada foram nos GPs de Mônaco e do Canadá, ambos em nono lugar. No GP de Abu Dabi, fez seu pior grid em 19 anos de F1, ficando com o último lugar - mas recuperou 12 posições e chegou em 12º. Tem futuro incerto em 2012
Daniel Munoz/Reuters
12 - PASTOR MALDONADO (VEN): temporada era para ser um aprendizado para o piloto que fez sua estreia neste ano na Fórmula 1. Em 18 GPs, conseguiu apenas pontuar no da Bélgica - com um ponto, ficando na décima posição. Precisou abandonar cinco provas, uma delas, durante sua estreia na Austrália, quando, após dez voltas, teve problemas técnicos com o carro. Também não finalizou as duas últimas corridas. No GP da Coreia, ficou perto de pontuar, mas errou na hora de ir para os boxes e teve problemas com o motor. Na Índia, errou em uma curva e saiu da pista
Daniel Munoz/Reuters
FORCE INDIA: Em sexto lugar na classificação, a escuderia não conseguiu grandes resultados na temporada. Mas teve uma importante participação na negociação que levou a Fórmula 1 para a Índia. O milionário Vijay Mallya, sócio da equipe, bancou a utilização do potente motor Mercedes e do câmbio da McLaren nos carros da equipe. Agora, ele busca encontrar um 'Lewis Hamilton indiano' para conquistar os títulos que faltam à escuderia
14 - ADRINA SUTIL (ALE): Não está entre os grandes pilotos da Fórmula 1, mas tem um futuro promissor por ser veloz e errar pouco. Mesmo com as limitações de sua equipe, conseguiu marcar 34 pontos. Seu melhor GP foi o da Alemanha, quando finalizou a prova com a sexta colocação, marcando oito pontos para a equipe (que ultrapassou a Toro Rosso no Mundial de Construtores). Em 18 GPs, abandonou apenas duas vezes a corrida. Na Índia, país de sua equipe, não obteve bons resultados. Largou em oitavo e chegou em nono. Em Abu Dabi, terminou em oitavo lugar
Daniel Munoz/Retuers
15 - PAULO DI RESTA (ESC): Após sagrar-se campeão europeu de F3 em 2006 e do DTM, o Campeonato Alemão de Turismo, em 2010, fez sua estreia na Fórmula 1 nesta temporada. Na Austrália, em sua primeira corrida no mundial, largou em 14º e chegou em décimo. Sua melhor colocação foi no GP de Cingapura, quando um bom trabalho em equipe lhe rendeu a sexta posição. Seu empresário é ninguém menos que o pai de Lewis Hamilton, que se desentendeu com o filho - agora assessorado pelo descobridor de Amy Winehouse, Simon Fuller
Daniel Munoz/Retuers
SAUBER: O carro, mais eficiente do que em 2010, iniciou a temporada com motor e transmissão da Ferrari. Mas nem tudo estava perfeito para a equipe. Logo no GP de estreia, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) encontrou irregularidades nas asas traseiras de seus carros e desclassificou seus dois pilotos. Superado o problema, a equipe briga pelo sétimo lugar no ranking de construtores do ano
Albert Gea/Reuters
16 - KAMUI KOBAYASHI (JAP): O entusiasmo é a marca deste piloto japonês, que se define como "uma pessoa que não desiste nunca da briga". Ainda é lembrado por sua atuação no GP do Brasil de 2009, quando lutou pelo sexto lugar com o campeão do mundo daquele ano, Jenson Button, na época na Brawn. Nesta temporada, fez corridas que chamaram a atenção do público. Nas últimas três, finalizou a primeira volta entre os últimos colocados, por variadas razões, mas deu um show com ultrapassagens impetuosas. Sua melhor classificação foi em quinto lugar, em Mônaco
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17 - SERGIO PÉREZ (MEX): Venceu provas complicadas durante o GP2 de 2010 e, com isso, garantiu os olhares atentos do público. Começou bem na sua estreia na F1, no GP da Austrália, ficando com a sétima posição, Mas acabou desclassificado, por conta de irregularidades encontradas pela FIA nos dois carros da Sauber. Teve que abandonar outras três provas. Em Mônaco, protagonizou um grave acidente que lhe causou uma comoção cerebral e uma lesão na coxa. Recuperado, chegou em décimo lugar no GP da Índia. Já em Abu Dabi não passou da 11ª posição
Daniel Munoz/Reuters
TORO ROSSO: Em 2005, a antiga equipe Minardi foi comprada pela marca Red Bull e mudou de nome para Toro Rosso. A estreia da escuderia italiana na F1 foi em 2006. Até então, utilizava os mesmos chassis que a Red Bull. Em 2010, anunciou a independência e passou a fabricar seus próprios carros. Este ano, a equipe compete com o modelo STR6, projetado por Giorgio Ascanelli. Um carro mais competitivo do que o STR5, de 2010
Albert Gea/Reuters
18 - SEBASTIEN BUEMI (FRA): O jovem suíço fez uma temporada bastante equilibrada. Não conseguiu subir ao pódio, mas, apesar de ter abandonado as corridas da Inglaterra, Bélgica, Japão e Índia, conquistou boas posições, principalmente na Austrália e Hungria, chegando em oitavo lugar. Na Alemanha, sofreu um acidente com Nick Heidfeld, da Renault, e foi penalizado pela FIA. Abandonou o GP de Abu Dabi, quando estava em sétimo lugar, por conta de uma pane hidráulica. Se seu carro não o deixar na mão, deve fazer uma corrida estável no Brasil
Leonhard Foeger/Reuters
LOTUS: Após 15 anos afastada do campeonato, retornou em 2010, no lugar da BMW, no GP do Bahrein. A escuderia é comandada pelo malaio Tony Fernandes e dirigida pelo experiente Mike Gascoyne. No mundial deste ano, compete com o motor Renault e os resultados não foram bons como o esperado. A equipe se mostrou inferior à antiga Lotus, das décadas de 60 e 70. Em 2012, pretende mudar o nome para Caterham
Lee Jae-Won/Reuters
19 - JAIME ALGUERSUARI (ESP): A grande corrida do jovem espanhol aconteceu na Itália. O piloto largou em 18º lugar e se recuperou durante a prova, cruzando a linha de chegada na sétima posição. Apesar da dedicação, foi obrigado a abandonar três GPs. Na China, devido a problemas no carro, em Mônaco, dado a um acidente com Vitaly Petrov, da Renault, e Paul Di Resta, da Force India, e na Bélgica, quando deixou a corrida após Bruno Senna, da Renault, ter batido em seu carro. Lamentou a 15ª posição em Abu Dabi e espera, pelo menos, pontuar em Interlagos
Tyrone Siu/Reuters
20 - HEIKKI KOVALAINEN (FIN): Logo na primeira corrida, no GP da Austrália, abandonou a prova na 19ª volta, em consequência de problemas mecânicos. Mesmo não concluindo os GPs do Canadá, Inglaterra e Hungria, teve melhor aproveitamento na temporada do que o companheiro veterano. Na Espanha, sofreu um grave acidente com o australiano Mark Webber, da Red Bull, e também deixou a corrida. A média do mundial deste ano para o finlandês é a 14ª posição. Tem capacidade para ir mais longe no GP do Brasil, em Interlagos
Mark Horsburgh/Reuters
21 - JARNO TRULLI (ITA): Iniciou a temporada de forma equilibrada e conquistou a 13ª posição no GP da Austrália. Na segunda corrida não teve a mesma sorte e, com problemas na embreagem, teve que abandonar a prova. Para o veterano, o mundial foi cheio de altos e baixos. No GP da Alemanha, foi substituído pelo indiano Karun Chandhok e não conseguiu completar as corridas da Inglaterra, Hungria e Cingapura. Além disso, na Itália se envolveu em uma batida com Felipe Massa, da Ferrari, e o culpa pela 14ª posição. Não deve ser surpresa em Interlagos
Scott Wensley/Reuters
HRT: Fundada pelo ex-piloto Adrián Campos, a escuderia espanhola foi inicialmente batizada de Campos Meta. Em 2010, foi comprada pelo espanhol José Ramón Carabante, e rebatizada para Hispania. A FIA vetou o nome e a equipe acabou inscrita como HRT. Assim como no ano passado, os carros foram para o mundial sem ser testados - o que ajuda a explicar o péssimo desempenho da equipe na temporada
Lee Jae-Won/Reuters
22 - DANIEL RICCIARDO (AUS): O jovem australiano estreou este ano na Inglaterra, entrando no lugar do indiano Narain Karthikeyan. Conseguiu marcar a 19ª colocação. Por causa de problemas com a dianteira do seu carro, abandonou o GP da Bélgica na 13ª volta, mas ficou satisfeito com o rendimento do carro. Conquistou sua melhor posição no grid de largada em Abu Dabi, quando largou em 20º lugar, mas foi obrigado a deixar a prova por conta de problemas elétricos. O piloto demonstrou que tem força de vontade para ir mais longe na próxima temporada. Pode surpreender no Brasil
Edgar Su/Reuters
23 - VITTATONIO LIUZZI (ITA): A temporada não começou bem para o italiano. O carro não ficou pronto a tempo do primeiro GP, na Austrália, e a FIA vetou a participação de ambos os pilotos da HRT. Fez uma competição mais estável que os companheiros, mas abandonou os GPs da Malásia, Espanha, Alemanha e Itália. Durante o mundial ficou entre as posições 13ª e 23ª. No GP da Índia deu lugar ao indiano Narain Karthikeyan. Liuzzi foi contratado pela sua experiência e pela possibilidade de dar suporte à equipe. Conseguiu cumprir o esperado e foi o piloto que mais rendeu na equipe
Gustau Nacarino/Reuters
VIRGIN: Marussia Virgin Racing é o resultado da cooperação entre a equipe que disputa a F3, Manor Motorsport, e Richard Branson, o proprietário do Virgin Group. A primeira aparição da escuderia na F1 foi em 2010, com o alemão Timo Glock e com o brasileiro Lucas Di Grassi. A equipe não teve muito sucesso na estreia e não conseguiu marcar pontos. Este ano, Jerome d'Ambrosio entrou no lugar do brasileiro
Lee Jae-Won/Reuters
24 - TIMO GLOCK (ALE): O alemão começou mal a temporada no GP da Austrália. Terminou em último lugar, com nove voltas atrasado, por causa de um problema na roda dianteira do carro. Nos outros GPs não foi diferente. Em Mônaco, não chegou nem à metade da corrida, por conta de problemas na suspensão traseira. Posteriormente, abandou os GPs da Cingapura e da Índia. Sua melhor colocação na temporada foi o 15º lugar no GP da Itália. Apesar de todos os problemas enfrentados no mundial, já garantiu seu contrato com a Virgin até 2014
Caren Firouz/Reuters
25 - JEROME D'AMBROSIO (BEL): O substituto de Lucas Di Grassi estreou bem no GP da Austrália. Largou no 22ª posição e conseguiu chegar em 14º. No GP da Malásia, sofreu um pequeno acidente (a 14 voltas) e foi obrigado a abandonar o carro. Já na Itália, teve problemas com o câmbio do carro e deixou a corrida logo no início. Em Abu Dabi, os freios não funcionaram bem e não concluiu a prova. Fez uma temporada equilibrada, mas seu futuro na equipe britânica ainda é indefinido. Em Interlagos, deve manter a média pouco expressiva da temporada
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