FEVEREIRO: Renan Calheiros (PMDB-AL) dá entrevista após ser reeleito presidente do Senado
Beto Barata / AE
MAIO: Renan vira alvo de denúncias. A primeira delas é que teria tido despesas pessoais pagas por lobista, como pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem teve filha fora do casamento. Na foto, Mônica deixa o Senado após prestar depoimento
Pablo Valadares / AE
JUNHO: Para justificar repasses à Mônica, Renan vai ao Senado dar explicações (foto) e diz ter obtido R$ 1,9 milhão com venda de gado. O fato gerou suspeita de superfaturamento e uso de notas frias. A Polícia Federal entra no caso
Jamil Bittar / Reuters
JULHO: Em meio a protestos (foto), nova denúncia. Renan teria articulado para evitar que a Schincariol pagasse multa deR$ 100 milhões ao INSS. A cervejaria teria comprado fábrica de bebidas dos Calheiros por valor acima do mercado
Dida Sampaio / AE
AGOSTO: Terceira denúncia. Renan teria usado “laranjas” para comprar uma empresa de comunicação de Alagoas, que controlava um jornal e duas emissoras de rádio
Dida Sampaio / AE
SETEMBRO: Mesmo com protestos (foto) Renan é absolvido pelo plenário do Senado da acusação de ter contas pessoais pagas por um lobista. Dias antes, nova denúncia. Renan é acusado de ligação com esquema de desvio de dinheiro público em ministérios comandados pelo PMDB
Pablo Valadares / AE
OUTUBRO: Após série de escândalos, Renan pede afastamento da presidência do Senado. Antes disso, a quinta denúncia contra o senador: ele é acusado de ter usado servidor da Casa para espionar a vida de dois senadores de oposição, Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO)
Celso Junior / AE
OUTUBRO: Aproveitando a exposição do caso, a jornalista Mônica Veloso posa nua e lança um livro
Paulo Liebert / AE
DEZEMBRO: Renan é cumprimentado por senadores (foto) após escapar de novo da cassação em plenário. Dessa vez, foi julgada a acusação de que ele teria usado laranjas na compra de rádios e um jornal. No mesmo dia, ele renuncia ao cargo
Dida Sampaio / AE