Gastos anuais. Para ter uma dimensão melhor para onde está indo seu dinheiro, recomenda-se que os gastos sejam vistos não em uma planilha mensal, mas anual. O tamanho da conta anual assusta e geralmente força uma mudança de hábito em alguns serviços.
Werther Santana/ AE
Detalhe a conta. Segundo os especialistas, muitas vezes a pessoa paga por algo que ela não utiliza, como serviços de identificação de chamada, entre outros. A dica é simples: no fim do mês veja todo o detalhamento da conta e o que está de fato utilizado.
José Patrício/ AE
Conheça seu contrato. Além de verificar se está utilizando tudo o que o serviço oferece, é preciso verificar os limites, como o máximo de internet ou minutos do pacote. Passar esse número permitido, segundo economistas, é muito comum, o que acaba encarecendo a conta.
Werther Santana/ AE
Conta de telefone mais barata. Se realmente utilizar muito o celular no dia a dia, é recomendada a compra de um aparelho com dois chips. “Faça pacotes econômicos nas operadoras e, na hora de ligar, escolha qual delas utilizar”, diz Paixão, da Fipecafi.
Felipe Rau/ AE
Reavalie constantemente os pacotes. No caso de TVs por assinatura e combos de internet, as operadoras periodicamente mudam os pacotes oferecidos ao consumidor. A sugestão é adquirir o hábito de ver as novas promoções e avaliar se a troca de pacote vale a pena.
Michael Haskins/ Reuters
“Você tem necessidade mesmo daquilo?”, pergunta Paixão, da Fipecafi. Ele diz que é preciso ter a consciência de que tudo é cobrado. Assim, avalie por exemplo a necessidade de tirar tantos extratos bancários mensalmente.
JF Diório/ AE
Pesquise preços. A dica básica dada em finanças também vale aqui, principalmente se o serviço não for algo pessoal, como um cabeleireiro ou manicure, em que a preferência e gosto pesam. Em mecânicos e passagens aéreas, por exemplo, vale a pesquisa.
Cláudio Teixeira/ AE
Não se empolgue nas compras. Ao oferecer 10 horas de internet ilimitada ou alguns minutos de graça, operadoras acabam fisgando o consumidor mais impulsivo. “É preciso fazer uma análise retrospectiva de consumo para calcular quanto ele utiliza antes de adquirir qualquer pacote”, sugere Nogami, do Insper.
Ayrton Vignola/AE
Estudar também é caro. A inflação de cursos regulares subiu 2,91% em julho. Não perca tempo. Quase sempre escolas e faculdades oferecem descontos, caso haja algum parente também matriculado. Se você estuda com alguém da família, procure seus direitos.
Hélvio Romero/ AE
Táxi X Carro. Apesar de em grandes cidades do Brasil o táxi ser caro, talvez compense trocar o carro próprio pelo serviço, se o consumidor morar perto do trabalho e da faculdade. “Andar de carro próprio, além de ser um hábito que prejudica a saúde, custa no mínimo R$ 15 mil por ano, entre manutenção, seguro, etc”, diz Paixão.
André Lessa/AE